Safra brasileira de grãos alcançará 353 milhões de toneladas este ano, 2% a mais que em 2025
A produção brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar 353 milhões de toneladas em 2026, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A estimativa representa crescimento de 2% em relação a 2025, com aumento de 6,9 milhões de toneladas. Na comparação com a previsão divulgada em junho, a nova projeção é 1,6% maior.
A área a ser colhida está estimada em 83,1 milhões de hectares, alta de 1,8% em relação ao ano anterior, o equivalente a 1,5 milhão de hectares adicionais. Em relação à estimativa anterior, porém, houve redução de 62.805 hectares, ou 0,1%.
Soja, milho e arroz
Soja, milho e arroz continuam concentrando a maior parte da produção agrícola prevista pelo levantamento. Juntos, os três produtos representam 92,9% da produção estimada e 87,4% da área a ser colhida no país.
A produção de soja deve chegar a 174,9 milhões de toneladas, enquanto o milho tem previsão de 141,8 milhões de toneladas. Desse total, 29,9 milhões correspondem à primeira safra e 111,9 milhões à segunda.
Para o arroz em casca, a estimativa é de 11,2 milhões de toneladas. O levantamento também prevê 6,4 milhões de toneladas de trigo, 9,2 milhões de toneladas de algodão herbáceo em caroço e 5,8 milhões de toneladas de sorgo.
Na comparação com 2025, a produção de soja deve crescer 5,3%, enquanto o sorgo apresenta previsão de alta de 7,6%.
Por outro lado, o IBGE estima queda de 6,7% no algodão, 11,3% no arroz, 6,9% no feijão e 18,6% no trigo.
No caso do milho, a produção total deve permanecer praticamente estável, com aumento de apenas 59.371 toneladas em relação a 2025. A primeira safra, porém, apresenta crescimento de 16,4%, enquanto a segunda deve recuar 3,6%.
Área cultivada
A projeção também aponta diferentes comportamentos na área destinada às principais culturas. A área de soja deve crescer 1,3%, a de milho, 2,3%, e a de sorgo, 21,5%.
Já as áreas destinadas ao algodão, arroz, feijão e trigo devem diminuir em relação ao ano anterior.
Com a nova estimativa, o IBGE mantém a previsão de que a safra de 2026 ficará acima do resultado de 2025, impulsionada principalmente pelo crescimento da produção de soja e sorgo, apesar das quedas previstas para arroz, feijão, trigo e algodão.
Fonte: Jornal O Sul
A estimativa representa crescimento de 2% em relação a 2025, com aumento de 6,9 milhões de toneladas. Na comparação com a previsão divulgada em junho, a nova projeção é 1,6% maior.
A área a ser colhida está estimada em 83,1 milhões de hectares, alta de 1,8% em relação ao ano anterior, o equivalente a 1,5 milhão de hectares adicionais. Em relação à estimativa anterior, porém, houve redução de 62.805 hectares, ou 0,1%.
Soja, milho e arroz
Soja, milho e arroz continuam concentrando a maior parte da produção agrícola prevista pelo levantamento. Juntos, os três produtos representam 92,9% da produção estimada e 87,4% da área a ser colhida no país.
A produção de soja deve chegar a 174,9 milhões de toneladas, enquanto o milho tem previsão de 141,8 milhões de toneladas. Desse total, 29,9 milhões correspondem à primeira safra e 111,9 milhões à segunda.
Para o arroz em casca, a estimativa é de 11,2 milhões de toneladas. O levantamento também prevê 6,4 milhões de toneladas de trigo, 9,2 milhões de toneladas de algodão herbáceo em caroço e 5,8 milhões de toneladas de sorgo.
Na comparação com 2025, a produção de soja deve crescer 5,3%, enquanto o sorgo apresenta previsão de alta de 7,6%.
Por outro lado, o IBGE estima queda de 6,7% no algodão, 11,3% no arroz, 6,9% no feijão e 18,6% no trigo.
No caso do milho, a produção total deve permanecer praticamente estável, com aumento de apenas 59.371 toneladas em relação a 2025. A primeira safra, porém, apresenta crescimento de 16,4%, enquanto a segunda deve recuar 3,6%.
Área cultivada
A projeção também aponta diferentes comportamentos na área destinada às principais culturas. A área de soja deve crescer 1,3%, a de milho, 2,3%, e a de sorgo, 21,5%.
Já as áreas destinadas ao algodão, arroz, feijão e trigo devem diminuir em relação ao ano anterior.
Com a nova estimativa, o IBGE mantém a previsão de que a safra de 2026 ficará acima do resultado de 2025, impulsionada principalmente pelo crescimento da produção de soja e sorgo, apesar das quedas previstas para arroz, feijão, trigo e algodão.
Fonte: Jornal O Sul
