Pix já funciona em 8 países: veja onde brasileiros podem pagar compras sem cartão
Turistas brasileiros já podem utilizar o Pix para pagamentos presenciais em estabelecimentos de Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Portugal, Espanha e França. Apesar disso, o Banco Central esclarece que ainda não existe um Pix internacional oficial.
Na prática, o pagamento é realizado por meio de empresas autorizadas a operar câmbio. O estabelecimento gera um QR Code, o consumidor faz a leitura pelo aplicativo do banco brasileiro e, antes da confirmação, visualiza o valor da compra já convertido para reais, incluindo a cotação e as taxas aplicáveis. Após a autenticação, a empresa responsável converte o valor e repassa o pagamento ao comerciante na moeda local.
Entre as vantagens está a praticidade de não precisar utilizar dinheiro em espécie ou cartão físico. Além disso, em muitos casos, o custo pode ser menor do que o do cartão de crédito internacional, já que essas operações costumam utilizar o câmbio comercial e uma estrutura de liquidação diferente, evitando também a necessidade de comprar moeda estrangeira antes da viagem.
A disponibilidade do serviço depende de parcerias entre bancos, fintechs e empresas de pagamento em cada país. No Chile, por exemplo, a solução é oferecida pela PagBrasil em parceria com a VirtualPOS; na Argentina, pelo Banco do Brasil em conjunto com o Banco Patagonia; no Uruguai, pela Getnet; e, nos Estados Unidos, pela Verifone.
Segundo empresas do setor, o uso do Pix em pagamentos internacionais presenciais vem crescendo de forma acelerada. A PagBrasil informa que o volume de transações aumenta, em média, 22,5% ao mês, impulsionado pela popularização do Pix entre os brasileiros e pela adesão de estabelecimentos no exterior.
Fonte: Jornal O Sul.
Na prática, o pagamento é realizado por meio de empresas autorizadas a operar câmbio. O estabelecimento gera um QR Code, o consumidor faz a leitura pelo aplicativo do banco brasileiro e, antes da confirmação, visualiza o valor da compra já convertido para reais, incluindo a cotação e as taxas aplicáveis. Após a autenticação, a empresa responsável converte o valor e repassa o pagamento ao comerciante na moeda local.
Entre as vantagens está a praticidade de não precisar utilizar dinheiro em espécie ou cartão físico. Além disso, em muitos casos, o custo pode ser menor do que o do cartão de crédito internacional, já que essas operações costumam utilizar o câmbio comercial e uma estrutura de liquidação diferente, evitando também a necessidade de comprar moeda estrangeira antes da viagem.
A disponibilidade do serviço depende de parcerias entre bancos, fintechs e empresas de pagamento em cada país. No Chile, por exemplo, a solução é oferecida pela PagBrasil em parceria com a VirtualPOS; na Argentina, pelo Banco do Brasil em conjunto com o Banco Patagonia; no Uruguai, pela Getnet; e, nos Estados Unidos, pela Verifone.
Segundo empresas do setor, o uso do Pix em pagamentos internacionais presenciais vem crescendo de forma acelerada. A PagBrasil informa que o volume de transações aumenta, em média, 22,5% ao mês, impulsionado pela popularização do Pix entre os brasileiros e pela adesão de estabelecimentos no exterior.
Fonte: Jornal O Sul.
