Nesta semana, o Copom deve cortar a taxa Selic para 14% ao ano e deixar a porta aberta para novos ajustes
O mercado financeiro espera que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual na reunião desta semana, levando a taxa básica de juros para 14% ao ano.
A expectativa dos analistas é que o Banco Central continue mantendo cautela na comunicação, sem indicar os próximos passos do ciclo de cortes, diante das incertezas provocadas pelo cenário internacional, especialmente a guerra no Oriente Médio, e pela pressão das expectativas de inflação, que permanecem acima da meta.
A possibilidade de redução dos juros ganhou força após sinais de melhora nos indicadores de inflação. O IPCA-15 de julho veio abaixo das projeções do mercado, com desaceleração dos chamados núcleos de inflação, que excluem itens mais voláteis, como alimentos e energia.
Além disso, dados recentes de atividade econômica indicaram um ritmo mais fraco do que o esperado, com desempenho abaixo das previsões em setores como varejo, serviços e indústria.
Apesar do cenário mais favorável, o Banco Central deve reforçar que a política monetária ainda precisa permanecer restritiva por algum tempo. O presidente da instituição, Gabriel Galípolo, destacou recentemente a preocupação com as expectativas de inflação, fator que exige maior atenção.
Analistas de instituições como JPMorgan, Banco Inter e Meraki Capital avaliam que o ciclo de cortes pode continuar pelo menos até setembro.
O comunicado do Copom também deve passar por ajustes após críticas do mercado sobre a linguagem utilizada na reunião anterior. Economistas esperam uma mensagem mais direta, com detalhes adicionais sendo apresentados posteriormente na ata do encontro.
Fonte: Jornal O Sul.
A expectativa dos analistas é que o Banco Central continue mantendo cautela na comunicação, sem indicar os próximos passos do ciclo de cortes, diante das incertezas provocadas pelo cenário internacional, especialmente a guerra no Oriente Médio, e pela pressão das expectativas de inflação, que permanecem acima da meta.
A possibilidade de redução dos juros ganhou força após sinais de melhora nos indicadores de inflação. O IPCA-15 de julho veio abaixo das projeções do mercado, com desaceleração dos chamados núcleos de inflação, que excluem itens mais voláteis, como alimentos e energia.
Além disso, dados recentes de atividade econômica indicaram um ritmo mais fraco do que o esperado, com desempenho abaixo das previsões em setores como varejo, serviços e indústria.
Apesar do cenário mais favorável, o Banco Central deve reforçar que a política monetária ainda precisa permanecer restritiva por algum tempo. O presidente da instituição, Gabriel Galípolo, destacou recentemente a preocupação com as expectativas de inflação, fator que exige maior atenção.
Analistas de instituições como JPMorgan, Banco Inter e Meraki Capital avaliam que o ciclo de cortes pode continuar pelo menos até setembro.
O comunicado do Copom também deve passar por ajustes após críticas do mercado sobre a linguagem utilizada na reunião anterior. Economistas esperam uma mensagem mais direta, com detalhes adicionais sendo apresentados posteriormente na ata do encontro.
Fonte: Jornal O Sul.
