Apesar do corte na Taxa Selic, o Brasil tem o maior juro real do mundo
Brasil mantém maior juro real do mundo após corte da Selic
Mesmo após o Banco Central reduzir a taxa Selic para 14% ao ano, o Brasil continua liderando o ranking de maiores juros reais do mundo, com uma taxa estimada em 9,30%, segundo levantamento da MoneYou.
O cálculo considera a taxa de juros nominal descontada da inflação projetada para os próximos 12 meses. A Rússia aparece em segundo lugar, com juro real de 9,09%, seguida pela Colômbia, com 6,16%.
Em relação aos juros nominais, sem descontar a inflação, o Brasil ocupa a terceira posição, empatado com a Rússia, atrás de Turquia (37%) e Argentina (29%).
O Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, na quarta queda consecutiva. Segundo o Banco Central, a decisão faz parte da estratégia de controlar a inflação e, ao mesmo tempo, reduzir os impactos da política de juros elevados sobre a atividade econômica.
Juros altos encarecem o crédito e reduzem o consumo, enquanto cortes podem estimular a economia, desde que não comprometam o controle dos preços.
Fonte: Jornal O Sul
Mesmo após o Banco Central reduzir a taxa Selic para 14% ao ano, o Brasil continua liderando o ranking de maiores juros reais do mundo, com uma taxa estimada em 9,30%, segundo levantamento da MoneYou.
O cálculo considera a taxa de juros nominal descontada da inflação projetada para os próximos 12 meses. A Rússia aparece em segundo lugar, com juro real de 9,09%, seguida pela Colômbia, com 6,16%.
Em relação aos juros nominais, sem descontar a inflação, o Brasil ocupa a terceira posição, empatado com a Rússia, atrás de Turquia (37%) e Argentina (29%).
O Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, na quarta queda consecutiva. Segundo o Banco Central, a decisão faz parte da estratégia de controlar a inflação e, ao mesmo tempo, reduzir os impactos da política de juros elevados sobre a atividade econômica.
Juros altos encarecem o crédito e reduzem o consumo, enquanto cortes podem estimular a economia, desde que não comprometam o controle dos preços.
Fonte: Jornal O Sul
