Setores da economia brasileira avaliam novo pacote de socorro contra o tarifaço como positivo, mas pedem mais ao governo federal
Os setores da indústria mais afetados pela tarifa adicional de 25% imposta pelos Estados Unidos receberam de forma positiva o lançamento da nova edição do plano Brasil Soberano, anunciado pelo governo federal. Apesar disso, representantes empresariais afirmam que as medidas ainda precisam ser complementadas para reduzir os impactos sobre as exportações.
A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) avaliou que o acesso ao crédito é importante, mas insuficiente para compensar as perdas provocadas pelo tarifaço. A entidade defende, entre outras medidas, a ampliação do Reintegra, mecanismo que devolve entre 3% e 6% do valor exportado para compensar resíduos tributários da cadeia produtiva, além de maior controle sobre importações e fortalecimento das medidas de defesa comercial.
Já a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) elogiou a rapidez da resposta do governo e considerou adequado o volume de R$ 18,5 bilhões destinado ao programa. A entidade, no entanto, pede que as empresas beneficiadas pelas linhas de crédito não sejam obrigadas a manter o nível de empregos como condição para acessar os recursos.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também classificou como positiva a oferta de crédito emergencial, destacando que a indústria de transformação será a mais afetada pelas novas tarifas, já que 47% das exportações do setor para os Estados Unidos estão sujeitas à sobretaxa. A entidade ressalta que o impacto se soma a desafios já enfrentados pela indústria, como juros elevados, custos financeiros e carga tributária.
Além das medidas emergenciais, o setor defende ações estruturais para ampliar a competitividade da indústria brasileira e diversificar mercados de exportação. Nesse contexto, a ApexBrasil informou que apresentará, em agosto, um plano de R$ 130 milhões para apoiar a abertura de novos mercados aos produtos atingidos pelas tarifas norte-americanas.
Fonte: Jornal O Sul
A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) avaliou que o acesso ao crédito é importante, mas insuficiente para compensar as perdas provocadas pelo tarifaço. A entidade defende, entre outras medidas, a ampliação do Reintegra, mecanismo que devolve entre 3% e 6% do valor exportado para compensar resíduos tributários da cadeia produtiva, além de maior controle sobre importações e fortalecimento das medidas de defesa comercial.
Já a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) elogiou a rapidez da resposta do governo e considerou adequado o volume de R$ 18,5 bilhões destinado ao programa. A entidade, no entanto, pede que as empresas beneficiadas pelas linhas de crédito não sejam obrigadas a manter o nível de empregos como condição para acessar os recursos.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) também classificou como positiva a oferta de crédito emergencial, destacando que a indústria de transformação será a mais afetada pelas novas tarifas, já que 47% das exportações do setor para os Estados Unidos estão sujeitas à sobretaxa. A entidade ressalta que o impacto se soma a desafios já enfrentados pela indústria, como juros elevados, custos financeiros e carga tributária.
Além das medidas emergenciais, o setor defende ações estruturais para ampliar a competitividade da indústria brasileira e diversificar mercados de exportação. Nesse contexto, a ApexBrasil informou que apresentará, em agosto, um plano de R$ 130 milhões para apoiar a abertura de novos mercados aos produtos atingidos pelas tarifas norte-americanas.
Fonte: Jornal O Sul
