Produção de motos no Brasil dispara: 1,06 milhão de unidades no semestre e projeção de 2,07 milhões em 2026
A indústria brasileira de motocicletas registrou o melhor primeiro semestre dos últimos 15 anos, com a produção de 1,063 milhão de unidades entre janeiro e junho de 2026. A expectativa do setor é encerrar o ano com 2,07 milhões de motos fabricadas, consolidando o Polo Industrial de Manaus como o principal centro produtor do país.
O crescimento também se reflete na economia. O setor movimentou R$ 16,5 bilhões no semestre, alta de 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, além de sustentar cerca de 22 mil empregos diretos em Manaus e 154 mil indiretos em diferentes segmentos da cadeia produtiva.
O mercado interno segue aquecido, com 1,174 milhão de emplacamentos, avanço de 14,1% e novo recorde para o período. As motocicletas de baixa cilindrada continuam liderando as vendas, impulsionadas pelo uso no transporte urbano e em serviços de entrega. Ao mesmo tempo, cresce a procura por modelos de média cilindrada e categorias premium, como Big Trail e Touring.
No mercado internacional, as exportações avançaram quase 30%, com destaque para embarques destinados à Argentina, Estados Unidos e Colômbia. Outro diferencial da indústria nacional é a tecnologia flex, presente em mais de 60% das motocicletas produzidas no país.
Atualmente, o Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores produtores de motocicletas do mundo, atrás apenas de Índia, China e Indonésia. O destaque brasileiro está na especialização em modelos flex e na concentração da produção no Polo Industrial de Manaus.
Apesar do cenário positivo, o setor enfrenta desafios importantes. A dependência logística da região amazônica pode ser afetada por eventos climáticos, como períodos de seca associados ao El Niño, além da necessidade de investimentos para atender às exigências de redução de emissões e à transição para tecnologias mais sustentáveis, como as motocicletas elétricas.
Segundo especialistas, o desempenho reforça o papel da indústria de motocicletas como um dos motores da mobilidade urbana, da economia de entregas e da inovação tecnológica no país.
Fonte: Jornal O Sul.
O crescimento também se reflete na economia. O setor movimentou R$ 16,5 bilhões no semestre, alta de 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, além de sustentar cerca de 22 mil empregos diretos em Manaus e 154 mil indiretos em diferentes segmentos da cadeia produtiva.
O mercado interno segue aquecido, com 1,174 milhão de emplacamentos, avanço de 14,1% e novo recorde para o período. As motocicletas de baixa cilindrada continuam liderando as vendas, impulsionadas pelo uso no transporte urbano e em serviços de entrega. Ao mesmo tempo, cresce a procura por modelos de média cilindrada e categorias premium, como Big Trail e Touring.
No mercado internacional, as exportações avançaram quase 30%, com destaque para embarques destinados à Argentina, Estados Unidos e Colômbia. Outro diferencial da indústria nacional é a tecnologia flex, presente em mais de 60% das motocicletas produzidas no país.
Atualmente, o Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores produtores de motocicletas do mundo, atrás apenas de Índia, China e Indonésia. O destaque brasileiro está na especialização em modelos flex e na concentração da produção no Polo Industrial de Manaus.
Apesar do cenário positivo, o setor enfrenta desafios importantes. A dependência logística da região amazônica pode ser afetada por eventos climáticos, como períodos de seca associados ao El Niño, além da necessidade de investimentos para atender às exigências de redução de emissões e à transição para tecnologias mais sustentáveis, como as motocicletas elétricas.
Segundo especialistas, o desempenho reforça o papel da indústria de motocicletas como um dos motores da mobilidade urbana, da economia de entregas e da inovação tecnológica no país.
Fonte: Jornal O Sul.
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