Ministro da Fazenda nega erros do governo e promete ajuste nas contas públicas
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que os juros elevados são hoje o principal obstáculo para o crescimento da economia brasileira e negou que as decisões do governo federal sejam a principal causa da taxa Selic em patamar elevado.
Em entrevista, Durigan declarou que o governo pretende promover um ajuste gradual das contas públicas nos próximos anos para cumprir as metas fiscais. Segundo ele, a estratégia inclui contenção de gastos, revisão de benefícios fiscais e medidas para aumentar a arrecadação, como a tributação dos mais ricos.
O ministro defendeu uma maior harmonização entre a política fiscal e a política monetária, afirmando que a responsabilidade pelo controle da inflação também é da equipe econômica. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano, impactando o custo do crédito, os investimentos privados e o crescimento da dívida pública.
Durigan reafirmou que o governo pretende alcançar superávits primários crescentes a partir de 2027, conforme previsto no novo arcabouço fiscal. Ele também classificou a regra fiscal aprovada em 2023 como viável e sustentável, embora reconheça a necessidade de manter o esforço de ajuste das contas públicas.
Sobre propostas como a desindexação do salário mínimo de benefícios previdenciários e de despesas com saúde e educação, o ministro afirmou que esse debate deverá ficar para o próximo governo.
Fonte: Jornal O Sul
Em entrevista, Durigan declarou que o governo pretende promover um ajuste gradual das contas públicas nos próximos anos para cumprir as metas fiscais. Segundo ele, a estratégia inclui contenção de gastos, revisão de benefícios fiscais e medidas para aumentar a arrecadação, como a tributação dos mais ricos.
O ministro defendeu uma maior harmonização entre a política fiscal e a política monetária, afirmando que a responsabilidade pelo controle da inflação também é da equipe econômica. Atualmente, a Selic está em 14,25% ao ano, impactando o custo do crédito, os investimentos privados e o crescimento da dívida pública.
Durigan reafirmou que o governo pretende alcançar superávits primários crescentes a partir de 2027, conforme previsto no novo arcabouço fiscal. Ele também classificou a regra fiscal aprovada em 2023 como viável e sustentável, embora reconheça a necessidade de manter o esforço de ajuste das contas públicas.
Sobre propostas como a desindexação do salário mínimo de benefícios previdenciários e de despesas com saúde e educação, o ministro afirmou que esse debate deverá ficar para o próximo governo.
Fonte: Jornal O Sul
