Impulsionada pelo consumo das famílias, economia brasileira cresce 0,7% em maio
A economia brasileira apresentou crescimento de 0,7% em maio na comparação com abril, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB).
O resultado ficou acima das expectativas do mercado e marcou a quarta alta mensal consecutiva do indicador. Na comparação com maio de 2025, o avanço foi de 3,2%, enquanto o acumulado em 12 meses chegou a 4,1%.
O principal impulso veio do consumo das famílias, favorecido pelo mercado de trabalho aquecido, manutenção da renda e maior oferta de crédito. A desaceleração gradual da inflação e programas de transferência de renda também contribuíram para sustentar a demanda.
O setor de serviços continuou como um dos principais motores da economia, com destaque para comércio, transportes, turismo e serviços prestados às famílias. A indústria apresentou recuperação em alguns segmentos, enquanto a agropecuária seguiu influenciada pelo desempenho das safras e pelas condições climáticas.
Apesar do avanço, o cenário exige cautela. O ritmo mais forte da atividade pode dificultar a redução da inflação, especialmente nos serviços, fator acompanhado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) nas decisões sobre a taxa de juros.
O IBC-Br reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e é utilizado por analistas para acompanhar a evolução da economia antes da divulgação oficial do PIB pelo IBGE.
Fonte: Jornal O Sul.
O resultado ficou acima das expectativas do mercado e marcou a quarta alta mensal consecutiva do indicador. Na comparação com maio de 2025, o avanço foi de 3,2%, enquanto o acumulado em 12 meses chegou a 4,1%.
O principal impulso veio do consumo das famílias, favorecido pelo mercado de trabalho aquecido, manutenção da renda e maior oferta de crédito. A desaceleração gradual da inflação e programas de transferência de renda também contribuíram para sustentar a demanda.
O setor de serviços continuou como um dos principais motores da economia, com destaque para comércio, transportes, turismo e serviços prestados às famílias. A indústria apresentou recuperação em alguns segmentos, enquanto a agropecuária seguiu influenciada pelo desempenho das safras e pelas condições climáticas.
Apesar do avanço, o cenário exige cautela. O ritmo mais forte da atividade pode dificultar a redução da inflação, especialmente nos serviços, fator acompanhado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) nas decisões sobre a taxa de juros.
O IBC-Br reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e é utilizado por analistas para acompanhar a evolução da economia antes da divulgação oficial do PIB pelo IBGE.
Fonte: Jornal O Sul.
