Governo Lula vê como “muito provável” nova tarifa dos Estados Unidos sobre trabalho forçado no Brasil
O governo federal avalia como muito provável que uma investigação dos Estados Unidos sobre o uso de trabalho forçado em 60 países, incluindo o Brasil, resulte em uma tarifa adicional de 12,5% sobre exportações dessas nações.
A declaração foi feita pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, nesta quinta-feira (16). Segundo ele, a medida seria uma alternativa à tarifa emergencial de 10% aplicada anteriormente pelo governo norte-americano, após a derrubada do tarifaço de 2025 pela Suprema Corte dos EUA.
A proposta foi apresentada pelo Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e prevê novas tarifas contra países que, segundo o órgão, não adotaram medidas suficientes para impedir a entrada de produtos fabricados com trabalho forçado.
De acordo com o documento, 54 economias, entre elas o Brasil, não teriam conseguido implementar ou aplicar de forma efetiva uma proibição à importação desses produtos e ficariam sujeitas à cobrança adicional de 12,5%. Outras seis economias poderiam enfrentar uma tarifa de 10%.
A possível medida faz parte de uma investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos e pode afetar o fluxo de exportações brasileiras para o mercado norte-americano.
Fonte: Jornal O Sul.
A declaração foi feita pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, nesta quinta-feira (16). Segundo ele, a medida seria uma alternativa à tarifa emergencial de 10% aplicada anteriormente pelo governo norte-americano, após a derrubada do tarifaço de 2025 pela Suprema Corte dos EUA.
A proposta foi apresentada pelo Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) e prevê novas tarifas contra países que, segundo o órgão, não adotaram medidas suficientes para impedir a entrada de produtos fabricados com trabalho forçado.
De acordo com o documento, 54 economias, entre elas o Brasil, não teriam conseguido implementar ou aplicar de forma efetiva uma proibição à importação desses produtos e ficariam sujeitas à cobrança adicional de 12,5%. Outras seis economias poderiam enfrentar uma tarifa de 10%.
A possível medida faz parte de uma investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos e pode afetar o fluxo de exportações brasileiras para o mercado norte-americano.
Fonte: Jornal O Sul.
