Saiba como aumentar a restituição do Imposto de Renda 2026
O prazo para envio da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026 vai até 29 de maio. O acerto de contas com o Leão costuma gerar apreensão entre muitos contribuintes, especialmente entre aqueles que deixam a entrega para a última hora ou têm dúvidas sobre documentos e valores informados. Ainda assim, também representa a possibilidade de receber um valor extra por meio da restituição, desde que a declaração seja preenchida corretamente e dentro das regras estabelecidas pela Receita Federal.
O professor de Finanças Jeferson Carvalho, da Estácio, explica que a declaração funciona como um retrato fiel do que ocorreu na vida financeira do contribuinte no ano anterior, reunindo rendimentos, bens, despesas e movimentações relevantes. Segundo ele, manter o controle das finanças ao longo do ano pode facilitar bastante o processo no momento da entrega.
“A organização financeira e a guarda de documentos ao longo de todo o ano são o grande segredo para turbinar a sua restituição no futuro e passar bem longe da malha fina”, diz o professor.
Na hora de preencher o documento a ser enviado para a Receita Federal, Charles Gularte, sócio-diretor de contabilidade e relações institucionais da Contabilizei, afirma que entender como a restituição é calculada é fundamental. Para garantir o maior valor possível a receber, segundo ele, é essencial declarar corretamente todas as despesas e conhecer quais são dedutíveis, já que isso pode fazer diferença no cálculo final e evitar pagamento indevido de imposto.
Entre os gastos que costumam impactar a declaração estão despesas médicas, educacionais e contribuições previdenciárias, desde que respeitados os critérios legais. Informações incompletas ou equivocadas, por outro lado, podem atrasar a restituição ou levar a pendências.
“A restituição nada mais é do que a diferença entre o imposto devido pelo contribuinte e o imposto que já foi retido na fonte, após abatimento das despesas dedutíveis. É o Programa Gerador da Declaração de Imposto de Renda que faz a conta e mostra os valores”, diz Gularte.
Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, destaca que, nesse processo, é fundamental que o contribuinte compreenda três pontos centrais: quem pode ser dependente, quais despesas são dedutíveis e se está obrigado a fazer declaração – neste ano, devem declarar todos que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 ao longo de 2025.
Ele lembra que a declaração pré-preenchida simplifica o processo, já que importa automaticamente informações enviadas à Receita Federal por empresas, bancos e outras fontes pagadoras. Ainda assim, ressalta que a ferramenta exige conferência cuidadosa por parte do contribuinte antes do envio definitivo.
“Se o contribuinte confiar cegamente na pré-preenchida e não revisar as informações com base nos informes oficiais em mãos, pode reduzir a restituição, pagar imposto a mais ou cair na malha fina. Não é possível alegar posteriormente que o erro foi do sistema”, afirma Domingos. (Com informações do portal Extra)
Fonte: Jornal O Sul
O professor de Finanças Jeferson Carvalho, da Estácio, explica que a declaração funciona como um retrato fiel do que ocorreu na vida financeira do contribuinte no ano anterior, reunindo rendimentos, bens, despesas e movimentações relevantes. Segundo ele, manter o controle das finanças ao longo do ano pode facilitar bastante o processo no momento da entrega.
“A organização financeira e a guarda de documentos ao longo de todo o ano são o grande segredo para turbinar a sua restituição no futuro e passar bem longe da malha fina”, diz o professor.
Na hora de preencher o documento a ser enviado para a Receita Federal, Charles Gularte, sócio-diretor de contabilidade e relações institucionais da Contabilizei, afirma que entender como a restituição é calculada é fundamental. Para garantir o maior valor possível a receber, segundo ele, é essencial declarar corretamente todas as despesas e conhecer quais são dedutíveis, já que isso pode fazer diferença no cálculo final e evitar pagamento indevido de imposto.
Entre os gastos que costumam impactar a declaração estão despesas médicas, educacionais e contribuições previdenciárias, desde que respeitados os critérios legais. Informações incompletas ou equivocadas, por outro lado, podem atrasar a restituição ou levar a pendências.
“A restituição nada mais é do que a diferença entre o imposto devido pelo contribuinte e o imposto que já foi retido na fonte, após abatimento das despesas dedutíveis. É o Programa Gerador da Declaração de Imposto de Renda que faz a conta e mostra os valores”, diz Gularte.
Richard Domingos, diretor executivo da Confirp Contabilidade, destaca que, nesse processo, é fundamental que o contribuinte compreenda três pontos centrais: quem pode ser dependente, quais despesas são dedutíveis e se está obrigado a fazer declaração – neste ano, devem declarar todos que tiveram rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00 ao longo de 2025.
Ele lembra que a declaração pré-preenchida simplifica o processo, já que importa automaticamente informações enviadas à Receita Federal por empresas, bancos e outras fontes pagadoras. Ainda assim, ressalta que a ferramenta exige conferência cuidadosa por parte do contribuinte antes do envio definitivo.
“Se o contribuinte confiar cegamente na pré-preenchida e não revisar as informações com base nos informes oficiais em mãos, pode reduzir a restituição, pagar imposto a mais ou cair na malha fina. Não é possível alegar posteriormente que o erro foi do sistema”, afirma Domingos. (Com informações do portal Extra)
Fonte: Jornal O Sul
